Qual é, de facto, o impacto que o Monóxido de Di-hidrogénio tem no ambiente?

Quando acontecem acidentes, ou incidentes, que podem ser classificados como "desastres ambientais", qual é o papel do MODH?

Até que ponto o MODH é catalizador de problemas?

E é apenas nos "desastres ambientais" que o MODH é perigoso para o nosso ambiente?

A informação que oferecemos é baseada no site da DHMO.org e está acessível em língua inglesa.

Agradecemos desde já a sua visita e o seu empenho na luta contra a ignorância que orbita o MODH.

Não hesite em contactar-nos se necessitar de algum conselho ou ajuda.

 

ACPA / MODH info

 

 

© Versão Portuguesa Abril 2005

José Miguel Rodrigues

e Vasco Carrilho

© Tom Way

 

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O Impacto Ambiental

do Monóxido de Di-hidrogénio

 

O Monóxido de Di-hidrogénio está ligado a muitos dos incidentes com consequências nefastas para o ambiente que ocorrem todos os anos devido, em parte, ao seu uso generalizado pela indústria. Apesar de  alguns serem inevitáveis devido à tecnologia dos nossos dias, não ficam muitas dúvidas de que a presença do MODH aumenta o impacto negativo no ambiente.

 

Ribeira contaminada com MODH

 Eis alguns, de entre muitos, impactos ambientais associados ao MODH:

  • O MODH contribui para o aquecimento global e o “Efeito de Estufa”. É um dos chamados “gases de estufa”.

  • O MODH é um “componente viabilizante” da chuva ácida. Sem o MODH suficiente a chuva ácida não constitui problema.

  • O MODH é o agente responsável pela maioria das ocorrências de erosão dos solos. Níveis suficientemente elevados de MODH amplificam os impactos negativos da erosão.

  • Existe MODH em quase todos os ribeiros, canais, lagoas, rios, lagos e albufeiras de Portugal, da Europa e de todo mundo.

  • Quantidades significativas de MODH têm sido detectadas nas amostras de gelo das calotes polares tanto Árctica como Antárctica.

  • Recentemente, grandes quantidades de MODH foram responsáveis pela perda de muitas vidas e de destruição de bens na Indonésia, da Tailândia, do Sri-Lanka e do sudoeste asiático, por exemplo.

 

Despejos Industriais de MODH

 

Apesar das pressões recentes, em Portugal e no resto do mundo, para impedir o despejo de resíduos químicos perigosos nos cursos de água, continuam a ser despejadas enormes quantidades de MODH. A indústria, só por si, não é responsável porque os legisladores estão relutantes à proibição da maioria das formas de despejo de MODH. Algumas razões para o facto têm a ver com pressões por parte das grandes empresas, lobbies de industriais e até de interesse de governos estrangeiros.  Esta inacção governamental, que conduz ao quase completamente desregulado despejo deve ser o mais ignorado dos impactos ambientais do MODH.

 

No entanto existe legislação que proíbe o despejo de MODH em aterros, incluindo os licenciados para resíduos perigosos. A referida legislação estipula que qualquer acumulação de MODH que apareça em aterros tem que ser removida. A avaliar por estas leis parece que o governo reconhece o perigo que o MODH representa para o ambiente, pelo menos em algumas circunstâncias.

O governo recusa-se a proibir a produção, distribuição e uso do MODH. Esta inacção pode ser devida a pressões de interesse privados e de economistas ao serviço de grandes empresas, entre outros, que preconizam que essa proibição teria consequências desastrosas. Alegam, inclusivamente, perigo para a saúde pública e para o bem-estar da economia portuguesa e do resto do mundo.

Felizmente, alguns responsáveis da indústria e do governo começaram a tomar iniciativas no sentido de informar os seus empregados, seja qual for a posição oficial do governo. Grandes empresas, como os Laboratórios Nacionais Sandia, um laboratório de segurança nacional administrado pela Sandia Corporation da Lockheed Martin Co. que trabalha para o Departamento de Estado da Energia dos EUA, começaram a informar os seus trabalhadores sobre o problema do MODH. Com esforços como os da Sandia, a proliferação do MODH pode ser, um dia, minimizada.

Também são encorajadores os apoios de organizações ambientais, tais como o Partido os Verdes de Aotearoa, na Nova Zelândia, uma força importante no hemisfério sul, que promove "sabedoria ecológica, responsabilidade social, tomada de decisão apropriada e não-violência". Espantosamente, um alto membro do Parlamento local apoia a proibição do MODH. Estes apoios, além de bem recebidos, servem como chamadas de atenção ao mundo preocupado que promover o conhecimento generalizado sobre o MODH é crucial.

 

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o MODH no cancro no leite ?!